Falconer
Black Moon Rising
Lançamento: 06/06/2014
Sim! O Falconer que aprendemos a adorar no Falconer e a amar no Chapters From A Vale Forlorn está de volta! Não que eles tenham ido muito longe com os outros álbuns, mas esse novo remete muito aos primeiros. O que pra mim é excelente. São os dois primeiros álbuns que destacavam o Falconer das outras bandas de power metal. E vou imitar meu parceiro de blog e (tentar) fazer a resenha faixa a faixa.
Locust Swarm foi a faixa escolhida como teaser e ela já avisava o que estava por vir: peso, melodia, o belíssimo vocal do Mathias Blad e uma excelente produção.
Halls And Chambers começa lembrando a época que o Kristoffer Göbel empunhava o microfone: bem rápida, menos melodiosa. Com alguns minutos o que temos é uma mistura bem interessante dos dois momentos distintos da banda. Vocal fluido do Mathias e instrumental mais direto. Eu achei ótimo o resultado.
A próxima é a faixa título do álbum. É uma das que mais me lembrou o começo da carreira deles. Riff rápido, os bumbos não tem descanso e toda a melodia (sim, você vai ler isso bastante, desculpe) está no vocal.
Em seguida vem Scoundrel And The Squire, bem ritmada e infelizmente curta demais. E, eu acho (grande acho) que a letra é baseada num conto de 1839, Handy Andy. A conferir.
A próxima já começa com os dois pés no peito: Wasteland, extremamente rápida, guitarras mais pesadas. E a letra.. Ah, a letra é baseada na história da Daenerys Targaryen, de Game Of Thrones. O que me surpreendeu um pouco (naked on the storm, untouched by the flames, breaker of chains.. e por aí vai. Só pode ser ela, gente!)
In Ruins poderia estar facilmente no segundo álbum. Intercalando momentos rápidos com cadência, bateria furiosa com guitarras mais calmas.
A minha favorita é a próxima: At The Jester's Ball. Se um dia você precisar descrever Falconer pra alguém, é mais fácil mostrar essa faixa. Ela tem o refrão mais grudento (no bom sentido) do álbum, temática medieval, riff típico da banda. Lembra o Falconer do Northwind. Ok, é a favorita, não vou falar mais dela.
There's A Crow On The Barrow é acelerada, na linha da Halls And Chambers, mas essa fica assim até o final.
Na Dawning Of A Sombre Age, somos remetidos de novo ao segundo álbum. Menos batida, mais melodia. Achei o vocal mais direto, contrastando com as guitarras.
Age Of Runes tem um riff mais pesado e de novo toda a melodia é jogada nos vocais.
The Priory é a segunda mais puxada pro folk do álbum (a primeira é a curtinha Scoundrel And The Squirel), bateria bem cadenciada, algum pedal duplo aqui e ali, riffs bem melodiosos.
Recomendo muito pra quem curte power metal. Recomendo mais ainda pra quem estava com saudades dos primeiros álbuns.
Faixas:
1-Locust Swarm
2- Halls And Chambers
3-Black Moon Rising
4- Scoundrel And The Squirel
5- Wasteland
6- In Ruins
7- At The Jester's Ball
8- There's A Crow On The Barrow
9- Dawning Of A Sombre Age
10- Age Of Runes
11- The Priory
Falconer:
Stefan Weinerhall - Guitars
Karsten Larsson - Drums
Mathias Blad - Vocal
Jimmy Hedlund - Guitars

