Alwaid
Lacus Somniorum
Lançamento: 22/03/2014
Heavy melódico francês. Primeiro álbum. Tenho que primeiro falar da produção. Eu gosto muito de quando o som é cristalino, principalmente em melódico, quando dá pra ouvir todos os instrumentos. E isso é exatamente o que não acontece nesse álbum. O som sujo faz todo os instrumentos desaparecerem na bagunça sonora. De resto, a proposta é boa, apesar de não ter nada de novo. Vocal feminino lírico, backing vocal gutural e muito teclado.
Blood Label
Skeletons
Lançamento: 17/03/2014
Mistura de death e metalcore, dinamarquês. Primeiro álbum depois de mudança de nome (era Afskum antes) e 2 EPs. Bom, primeiro tenho que dizer que não curto muito nada com "core". Resolvi ouvir esse álbum pela promessa de existir thrash na mistura. Bom, não tem. É hardcore, com uma pitada de death. Lembra bastante Hatebreed em alguns momentos.
Beerkrieg
Pakao Nad Sinjom
Lançamento: 15/04/2014
Thrash/Speed croata. Primeiro álbum. Thrash com feeling de anos 80, direto e reto. Inteiro cantado em croata (acho haha) e com produção tosca, que, nesse caso, não atrapalha em nada o álbum. Vale bastante a pena ouvir. Não vou colocar nenhum destaque pq todas as músicas tem o mesmo nível.
Belegost
Land Av Evig Morke
Lançamento: 01/10/2013
Demo dessa banda polonesa que mistura folk e death. Por ser demo, vou relevar a produção. Músicas interessantes e bem feitas, com certeza vale pra destacar a banda pra ficar de olho. Se a música evoluir, será excelente. A demo só tem 5 músicas, não dá pra destacar nenhuma.
Ancient Bards
A New Dawn Ending
Lançamento: 25/04/2014
Você vê que é uma banda de symphonic power italiano, e pensa: deve ser bom. Italianos são bons em coisas grandiosas. E então você ouve o álbum. Primeiro: mais um álbum longo demais. Músicas longas demais (tem uma de 13 e outra de 17 minutos). Bem gravadinho, produção decente, o vocal poderia estar um pouco mais nivelado com o instrumental. Mais do mesmo, influência de Rhapsody gritante nos refrões. Achei que dá uma melhorada quando entra o vocal masculino, mas não muita.
Alfar
Across The Northern Storms
Lançamento: 11/03/2014
Primeiro álbum dessa banda de death de Belarus. Com influências viking. O que basicamente, aqui, significa death metal com teclados por cima. Achei um tanto quanto repetitivo, mas ouvível. A produção é bem legal, tudo bem gravado e mixado, mesmo com o teclado por cima de tudo, porque, convenhamos, se estivesse com o mesmo volume dos outros instrumentos, iria sumir.
Amon Sethis
The Final Struggle
Lançamento: 11/04/2014
Prog metal francês, esse é o segundo álbum. Ouvi e o veredito é rápido: não ouviria de novo. A não ser pra escrever aqui. As músicas não saem do lugar comum, achei o vocal forçado e parece que as músicas não fluem. Já a produção, impecável. Ouve-se todos os instrumentos, tudo bem balanceado.
Hoje é Dia Internacional do Rock! E lá vamos nós a mais minis
Grave Digger
Return Of The Reaper (Bonus CD)
Lançamento: 11/07/14
Não, não vou fazer mini resenha do álbum, só do bônus. São 2 músicas inéditas e mais 8 versões acústicas. As duas bônus valem bastante a pena. Mas as acústicas.. Tudo bem que GD e acústico já não combina na frase, mas as versões ficaram felizes e super pop. Eu, hein? Mas vale ouvir só pra não falar mal sem conhecer
Destaques: The Emperor's Death, Rebel Of Damnation
Skyliner
Outsiders
Lançamento: 28/02/2014
Power/Prog americano. Olha, as músicas são legais, o som super bem produzido, mas 1:15 desse som cansa um pouco. Eles dão uma variada no som, as músicas são rápidas e até tem um vocal gutural aqui e ali, mas achei o álbum longo demais pro bem dele.
Destaques: Undying Wings, Aria Of The Waters
Metsatöll
Karjajuht
Lançamento: 07/03/2014
Sexto álbum dessa banda de Folk Metal da Estônia. Uma boa mistura de folk com thrash metal. Bem produzido. Vale a ouvida.
Destaques: Must Hunt, Öö, Metslase Veri
Inferi
The Path Of Apotheosis
Lançamento: 28/02/2014
Terceiro álbum, banda americana. Álbum bem gravado, bem produzido. Músicas bem pesadas e trabalhadas. Vale MUITO a pena ouvir.
Destaques: Prelude To A Perilus Fate, Marching Through The Flames Of Tiranny, The Path Of Apotheosis
Segundo álbum, banda americana. Mistura de heavy melódico com southern, álbum divertido de ouvir. A produção deixa um pouquinho a desejar.
Destaques: Seance Of The Slaves, Sonic Decapitation, Far From Home
Hoje vou inaugurar um novo jeito de fazer resenhas por aqui, mas não se preocupem que o jeito antigo continuará existindo. A quantidade de álbuns que ouvimos é muito grande e, para não passar batido em vários, faremos mini-resenhas dos álbuns ouvidos no dia (ou na semana, ou a cada 15 dias. vai depender da disponibilidade de cada um, né?). Então vamos começar.
Andromeda
Shock
Lançamento: 18/04/2014
Heavy metal tradicional, cantado em italiano.
Primeiro álbum da banda formada em 2003. É um som bem legal, bem produzido. Vale a pena ouvir.
Destaques: Anime Dannate, A Testa Bassa, Rock Shock.
Brain Damage
Born To Lose Live To Win
Lançamento: 25/01/2014
Power/thrash alemão.
Banda formada em 2009, esse é o debut. Muito mais puxado pro power do que pro thrash, mas a produção lembra bem a do thrash oitentista, sem muito cuidado com a clareza do som.
Destaques: Shooter, Arachnophobie
Brain Dead
Indocrinator
Lançamento: 07/02/2014
Thrash americano. Muito bom pra bater cabeça, quase speed, muito bom, mas mais do mesmo. A produção poderia ter tido um pouco mais de cuidado e aumentado o volume dos instrumentos. Tem momentos em que só se ouve o vocal.
Destaques: nenhuma música em especial, o álbum inteiro merece ser ouvido.
Sim! O Falconer que aprendemos a adorar no Falconer e a amar no Chapters From A Vale Forlorn está de volta! Não que eles tenham ido muito longe com os outros álbuns, mas esse novo remete muito aos primeiros. O que pra mim é excelente. São os dois primeiros álbuns que destacavam o Falconer das outras bandas de power metal. E vou imitar meu parceiro de blog e (tentar) fazer a resenha faixa a faixa.
Locust Swarm foi a faixa escolhida como teaser e ela já avisava o que estava por vir: peso, melodia, o belíssimo vocal do Mathias Blad e uma excelente produção.
Halls And Chambers começa lembrando a época que o Kristoffer Göbel empunhava o microfone: bem rápida, menos melodiosa. Com alguns minutos o que temos é uma mistura bem interessante dos dois momentos distintos da banda. Vocal fluido do Mathias e instrumental mais direto. Eu achei ótimo o resultado.
A próxima é a faixa título do álbum. É uma das que mais me lembrou o começo da carreira deles. Riff rápido, os bumbos não tem descanso e toda a melodia (sim, você vai ler isso bastante, desculpe) está no vocal.
Em seguida vem Scoundrel And The Squire, bem ritmada e infelizmente curta demais. E, eu acho (grande acho) que a letra é baseada num conto de 1839, Handy Andy. A conferir.
A próxima já começa com os dois pés no peito: Wasteland, extremamente rápida, guitarras mais pesadas. E a letra.. Ah, a letra é baseada na história da Daenerys Targaryen, de Game Of Thrones. O que me surpreendeu um pouco (naked on the storm, untouched by the flames, breaker of chains.. e por aí vai. Só pode ser ela, gente!)
In Ruins poderia estar facilmente no segundo álbum. Intercalando momentos rápidos com cadência, bateria furiosa com guitarras mais calmas.
A minha favorita é a próxima: At The Jester's Ball. Se um dia você precisar descrever Falconer pra alguém, é mais fácil mostrar essa faixa. Ela tem o refrão mais grudento (no bom sentido) do álbum, temática medieval, riff típico da banda. Lembra o Falconer do Northwind. Ok, é a favorita, não vou falar mais dela.
There's A Crow On The Barrow é acelerada, na linha da Halls And Chambers, mas essa fica assim até o final.
Na Dawning Of A Sombre Age, somos remetidos de novo ao segundo álbum. Menos batida, mais melodia. Achei o vocal mais direto, contrastando com as guitarras.
Age Of Runes tem um riff mais pesado e de novo toda a melodia é jogada nos vocais.
The Priory é a segunda mais puxada pro folk do álbum (a primeira é a curtinha Scoundrel And The Squirel), bateria bem cadenciada, algum pedal duplo aqui e ali, riffs bem melodiosos.
Recomendo muito pra quem curte power metal. Recomendo mais ainda pra quem estava com saudades dos primeiros álbuns.
Bom, pra começar, o EP tem 6 músicas, mas só duas são inéditas: For The Kingdom, que fará parte do próximo álbum, e You Come Undone, exclusiva desse disco. As outras 4 músicas são do primeiro álbum, gravadas ao vivo na República Tcheca, no Masters Of Rock 2012.
Segundo: sou suspeita pra falar de projetos que envolvam Kai Hansen e Michael Kiske, que dirá os dois juntos.
Tendo dito isso, vamos ao que interessa.
Achei que a For The Kingdom é mais power metal e menos hard rock, que era a linha do primeiro álbum. Me pareceu que o Kiske tá com um pouquinho menos potência na voz do que nos trabalhos anteriores e se segura um pouco pra cantar essa música, mesmo nos agudos. Mas o instrumental é perfeito. Dá pra ouvir todos os instrumentos perfeitamente, até o baixo, que geralmente fica um pouco escondido. Se o álbum seguir nesse pique, certeza que será muito bom.
Já a You Come Undone volta pro esquema antigo. Riffs mais hard rock, vocal com um pouco mais de potência - aparentemente esse é mesmo o estilo preferido do Kiske, porque ele parece estar bem mais à vontade aqui. Em compensação, o instrumental é mais morno, mais contido, mas não deixa de ser uma boa música.
O resto das músicas são ao vivo, então não vou gastar o tempo de vocês falando muito delas: são ótimas e mostra que a banda ainda tem energia pra um bom tempo de música.
Além desse Ep, eles também vão lançar uma versão em vinil de 12", com a ordem das músicas um pouco diferente.
Essa resenha será, provavelmente, a mais curta da história desse blog.
Banda foi formada em 2010, na Itália, conta com uma demo lançada em 2012 e esse EP, lançado exatamente 2 anos depois. A produção dos dois foi independente e eles ainda não tem contrato com nenhuma gravadora.
Não tive acesso à demo, mas esse EP é sensacional. Confesso que ainda não é o ideal em termos de produção, mas o potencial desses caras é enorme. Thrash oitentista, vocal gritado (no bom sentido), guitarras sujas, bateria diretaça.
Também não vou dar destaque nenhum porque.. bom, o EP tem 4 faixas. Ele é o destaque.
Mal posso esperar pra ouvir um álbum completo deles.